Política para quem precisa

Array-ne http://www2.lacatolica.cl/noticias/detalle/index.asp?id=1568video institucional muy buenoClub Deportivo UC recibió la medalla Alma Materhttp://www.puc.cl/noticias/ficha/pub2044.htmhttp://www2.lacatolica.cl/noticias/detalle/index.asp?id=1565
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Na een eerste mailtje waarin stond dat het nog onduidelijk was en dat het uitgezocht zou worden, kregen we gisteren, na een paar weken wachten, eindelijk antwoord:Geachte mevrouw L.,Wij hebben navraag voor u gedaan binnen de organisatie en kunnen u meedelen dat de 70% fruit staat op 70% van dagelijkse behoefte aan fruit.
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Espero que, neste caso, a memória histórica nom sexa tam efémera (via).El 26 de abril se cumplieron 70 años del bombardeo en Gernika.
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Também não estamos falando ainda de socialismo, tão somente de nacionalismo, embora na atual conjuntura de globalização predatória e desestabilizadora, uma idéia implique a outra.Seja como for, o Estado brasileiro, ainda que de forma distorcida, cumpria alguma função estruturante. Na qualidade de herdeiro do trabalhismo de Getúlio, Jango tinha em mente um projeto de capitalismo brasileiro que se dispusesse a distribuir com mais generosidade o produto da acumulação, de modo a poder alargar seu própria base de valorização.Nesse contexto, a Universidade representativa de um projeto nacional e popular, mais do que a USP, era a UnB de Darcy Ribeiro. A mudança de poder foi sob certo aspecto indiferente para o projeto uspiano, uma vez que a Universidade estava vacinada desde o começo contra interferências políticas contingentes.O pensamento tipicamente uspiano não estava sintonizado com a pensamento do pré-64, o trabalhismo nacionalista de Jango, embora não estivesse também de acordo com a doutrina de poder dos militares. A reflexão sobre a realidade brasileira não é vista como capaz de suscitar o deslindamento conceitual e o surgimento de categorias filosóficas capazes de enriquecer o pensamento universal.No Brasil, a filosofia somente se desenvolve sob as formas não-acadêmicas do positivismo e do marxismo vulgar. Esse esforço de construir uma filosofia universitária que recusasse o problema da auto-imagem nacional era uma falsa consciência que por si só representava o atraso nacional, a necessidade de se equiparar aos países desenvolvidos.Seja como for, essa problemática tornou-se agora irrelevante, uma vez que a tentativa de auto-construção da Nação esgotou-se, à partir da década de 1980. Uma sucessão de crises econômicas, sob a forma de inflação e de endividamento, crises das quais ainda não saímos, legitimaram a idéia de que o país não tem mais futuro. Caso de FHC, que fez de seu prestigio acadêmico o trampolim para o poder político.A referida influência material da teoria feagaceana deve-se evidentemente à conjuntura internacional na qual ela se tornou instrumento político, por mais que o próprio FHC queira acreditar que se deveu a seus méritos pessoais. que se seguiu, o alheamento foi o veneno que matou o fermento criativo da nova situação política Os intelectuais, muitos deles uspianos, que juntamente com os sindicalistas fundaram o PT em 1980, não tinham uma teoria de país para orientar seus passos. A essência anti-nacional da teoria da dependência de FHC é uma espécie de defeito de nascença oculto de todo pensamento uspiano.Estamos tentando desenhar um arco que vai do pensamento uspiano auto-contido ao petismo sem programa do governo Lula. Nesse meio tempo, nesse intervalo crucial das décadas de 1980 e 90, a idéia de Brasil morreu.Mencionamos acima que o Brasil teve uma opção de reconduzir a política do Estado na direção dos interesses da maioria da população, na época do pré-64.
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-ne 70 ANOS DE USPParte 5FILOSOFIAA vivência deste escriba como aluno de filosofia da USP tem se limitado a confrontar uma certa proposição de Aristóteles: “a felicidade só é possível no ócio”. Coerentemente, os cursos de letras não formam escritores ou estudiosos de literatura, mas professores de língua e de literatura, o que não está errado. Mas os cursos de filosofia não formam filósofos e sim leitores profissionais de filosofia, o que é portanto contraditório.Para ser levado a sério como filósofo é preciso ser formado em filosofia, mas os cursos de filosofia não estão voltados para formar filósofos e sim leitores de filosofia. E na filosofia universitária, seguindo o mesmo modelo, faz-se carreira em cima do parágrafo x, y ou z de Leibniz, Tomás de Aquino ou Aristóteles.Se alguém se arrisca a falar sobre x, y ou z, em qualquer meio acadêmico, precisa enfrentar uma oposição sistemática, de tipo dogmático e eclesiástico. Não se pode ocultar o fato de que o departamento de filosofia da USP não é um monobloco. Desse fato ressalta a conveniência de que este texto somente seja publicado depois que o nome do autor deixar de constar na lista de chamada dos alunos do curso. Esta providência visa não só evitar a perseguição por parte daqueles que se situam no lado negro da força, mas também separar duas ordens distintas de trabalho.É mister proteger ambas as partes de qualquer risco de promiscuidade ideológica. Essa distinção é necessária pelo fato de que este escriba não se considera um representante típico do pensamento uspiano, um exemplar da “escola uspiana de filosofia”, se é que tal coisa existe.A responsabilidade deste especial “70 anos de USP” Esta forma de abordagem é a única maneira de tratar de um determinado assunto, permanecendo de fora dele, mesmo quando se está dentro, na medida em que tal pretensão é viável. O que resta ainda aqui é determinar a relação possível entre a formação adquirida no curso de filosofia e o trabalho desenvolvido no Duplipensar.Determinar a natureza desta relação é uma decorrência da concepção de Universidade aqui apresentada. funciona subjetivamente como uma espécie de prestação de contas.Sendo ou não equivocada, existe a percepção de que, por se tratar de algo que vem da USP, esse “algo” Não há conteúdo a socializar, pois o que se aprende na USP é tão somente um método.Ainda que o nome do autor não esteja mais na lista de chamada da USP, este escriba não se furta ao dever de apresentar aqui a questão que o move no interior do curso.
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Array-ne http://www2.lacatolica.cl/noticias/detalle/index.asp?id=1568video institucional muy buenoClub Deportivo UC recibió la medalla Alma Materhttp://www.puc.cl/noticias/ficha/pub2044.htmhttp://www2.lacatolica.cl/noticias/detalle/index.asp?id=1565
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Na een eerste mailtje waarin stond dat het nog onduidelijk was en dat het uitgezocht zou worden, kregen we gisteren, na een paar weken wachten, eindelijk antwoord:Geachte mevrouw L.,Wij hebben navraag voor u gedaan binnen de organisatie en kunnen u meedelen dat de 70% fruit staat op 70% van dagelijkse behoefte aan fruit.
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Espero que, neste caso, a memória histórica nom sexa tam efémera (via).El 26 de abril se cumplieron 70 años del bombardeo en Gernika.
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Também não estamos falando ainda de socialismo, tão somente de nacionalismo, embora na atual conjuntura de globalização predatória e desestabilizadora, uma idéia implique a outra.Seja como for, o Estado brasileiro, ainda que de forma distorcida, cumpria alguma função estruturante. Na qualidade de herdeiro do trabalhismo de Getúlio, Jango tinha em mente um projeto de capitalismo brasileiro que se dispusesse a distribuir com mais generosidade o produto da acumulação, de modo a poder alargar seu própria base de valorização.Nesse contexto, a Universidade representativa de um projeto nacional e popular, mais do que a USP, era a UnB de Darcy Ribeiro. A mudança de poder foi sob certo aspecto indiferente para o projeto uspiano, uma vez que a Universidade estava vacinada desde o começo contra interferências políticas contingentes.O pensamento tipicamente uspiano não estava sintonizado com a pensamento do pré-64, o trabalhismo nacionalista de Jango, embora não estivesse também de acordo com a doutrina de poder dos militares. A reflexão sobre a realidade brasileira não é vista como capaz de suscitar o deslindamento conceitual e o surgimento de categorias filosóficas capazes de enriquecer o pensamento universal.No Brasil, a filosofia somente se desenvolve sob as formas não-acadêmicas do positivismo e do marxismo vulgar. Esse esforço de construir uma filosofia universitária que recusasse o problema da auto-imagem nacional era uma falsa consciência que por si só representava o atraso nacional, a necessidade de se equiparar aos países desenvolvidos.Seja como for, essa problemática tornou-se agora irrelevante, uma vez que a tentativa de auto-construção da Nação esgotou-se, à partir da década de 1980. Uma sucessão de crises econômicas, sob a forma de inflação e de endividamento, crises das quais ainda não saímos, legitimaram a idéia de que o país não tem mais futuro. Caso de FHC, que fez de seu prestigio acadêmico o trampolim para o poder político.A referida influência material da teoria feagaceana deve-se evidentemente à conjuntura internacional na qual ela se tornou instrumento político, por mais que o próprio FHC queira acreditar que se deveu a seus méritos pessoais. que se seguiu, o alheamento foi o veneno que matou o fermento criativo da nova situação política Os intelectuais, muitos deles uspianos, que juntamente com os sindicalistas fundaram o PT em 1980, não tinham uma teoria de país para orientar seus passos. A essência anti-nacional da teoria da dependência de FHC é uma espécie de defeito de nascença oculto de todo pensamento uspiano.Estamos tentando desenhar um arco que vai do pensamento uspiano auto-contido ao petismo sem programa do governo Lula. Nesse meio tempo, nesse intervalo crucial das décadas de 1980 e 90, a idéia de Brasil morreu.Mencionamos acima que o Brasil teve uma opção de reconduzir a política do Estado na direção dos interesses da maioria da população, na época do pré-64.
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-ne 70 ANOS DE USPParte 5FILOSOFIAA vivência deste escriba como aluno de filosofia da USP tem se limitado a confrontar uma certa proposição de Aristóteles: “a felicidade só é possível no ócio”. Coerentemente, os cursos de letras não formam escritores ou estudiosos de literatura, mas professores de língua e de literatura, o que não está errado. Mas os cursos de filosofia não formam filósofos e sim leitores profissionais de filosofia, o que é portanto contraditório.Para ser levado a sério como filósofo é preciso ser formado em filosofia, mas os cursos de filosofia não estão voltados para formar filósofos e sim leitores de filosofia. E na filosofia universitária, seguindo o mesmo modelo, faz-se carreira em cima do parágrafo x, y ou z de Leibniz, Tomás de Aquino ou Aristóteles.Se alguém se arrisca a falar sobre x, y ou z, em qualquer meio acadêmico, precisa enfrentar uma oposição sistemática, de tipo dogmático e eclesiástico. Não se pode ocultar o fato de que o departamento de filosofia da USP não é um monobloco. Desse fato ressalta a conveniência de que este texto somente seja publicado depois que o nome do autor deixar de constar na lista de chamada dos alunos do curso. Esta providência visa não só evitar a perseguição por parte daqueles que se situam no lado negro da força, mas também separar duas ordens distintas de trabalho.É mister proteger ambas as partes de qualquer risco de promiscuidade ideológica. Essa distinção é necessária pelo fato de que este escriba não se considera um representante típico do pensamento uspiano, um exemplar da “escola uspiana de filosofia”, se é que tal coisa existe.A responsabilidade deste especial “70 anos de USP” Esta forma de abordagem é a única maneira de tratar de um determinado assunto, permanecendo de fora dele, mesmo quando se está dentro, na medida em que tal pretensão é viável. O que resta ainda aqui é determinar a relação possível entre a formação adquirida no curso de filosofia e o trabalho desenvolvido no Duplipensar.Determinar a natureza desta relação é uma decorrência da concepção de Universidade aqui apresentada. funciona subjetivamente como uma espécie de prestação de contas.Sendo ou não equivocada, existe a percepção de que, por se tratar de algo que vem da USP, esse “algo” Não há conteúdo a socializar, pois o que se aprende na USP é tão somente um método.Ainda que o nome do autor não esteja mais na lista de chamada da USP, este escriba não se furta ao dever de apresentar aqui a questão que o move no interior do curso.
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